Noite de São Valentim

A lareira estava acesa e aquecia o ambiente, ouvia-se música romântica pela sala da nossa casa e a iluminação era feita apenas pela luz de imensas velas espalhadas pelo chão, pela mesa e restantes móveis. Era noite de São Valentim e tu tinhas preparado um jantar especial para nós, eu fiquei responsável pela decoração da sala. Saíste da cozinha ainda de avental e sorridente dirigiste-te a mim. Olhavas também em redor e parecias aprovar a decoração intimista e romântica. Coloquei os braços em redor do teu pescoço e senti as tuas mãos na minha cintura. Os teus lábios quentes e dengosos provaram os meus, a tua língua procurou a minha e os nossos sabores cruzaram-se. Com beijos molhados desceste suavemente pela curva do meu pescoço tal como as tuas mãos percorreram sorrateiramente as curvas acentuadas do meu rabo. E os meus gemidos de prazer mostraram-te que estavas no caminho certo do prazer. Eu vestia um sensual vestido preto inapropriado para vestir fora de casa, e nem imaginavas ainda o que escondia por baixo do mesmo. O romantismo da noite de São Valentim rimava com erotismo e tesão. É a noite em que devemos dar tudo, o nosso melhor!

Tinhamos combinado que este ano não iríamos gastar dinheiro num restaurante caro ou numa dormida num hotel. Estávamos confiantes que a nossa casa iria ser o melhor spot para esta noite de paixão. Combinámos comprar algo para o prazer do casal mas teria de ser surpresa. “Amor, vamos trocar já as prendas? Estou super ansiosa”!

Afastei-me de ti e pedi para te sentares no sofá. “Tenho um presente para ti! Happy Valentine’s day!” Entreguei-te uma caixinha preta com um laço dourado e com um sorriso quase infantil abriste curioso. Os olhos brilharam assim que viste o que estava lá dentro e o sorriso maroto de miúdo deu lugar a uma mordida suave no lábio inferior. Retiraste o plug anal da caixinha, observaste-o e disseste: “Adoro, estou desejoso de o colocar no sítio certo!” Sentei-me a teu lado, com o vestido preto provocadoramente subido e justo, deixando ver o cinto de ligas que prendia as sensuais meias pretas, encostei-me a ti e sussurrei ao teu ouvido “Se quiseres colocamos já e o jantar vai ser muito mais excitante” Não te fizeste rogado, passaste a mão pela minha perna, e devagarinho foste subindo. Observavas com tesão as meias novas que faziam as minhas pernas tão elegantes e perfumadas. Assim que a mão desapareceu por baixo do vestido beijámo-nos com paixão. A tua língua descobriu o caminho até à minha e os gemidos sumidos de prazer voltaram a fazer-se ouvir pela sala.

De pé à tua frente, de costas para ti fiz uma dança sensual e comecei a subir ligeiramente a saia. A maior surpresa era mesmo a lingerie espetacular que tinha comprado de propósito para hoje, para ti e para mim. Gosto de me sentir sensual quando me olho ao espelho. Gosto que te sintas o maior sortudo do mundo por me teres a teu lado. Assim que viste o meu rabo emoldurado por aquela renda sensual agarraste nele e disseste que assim não íamos jantar. Rimo-nos. “Espera, tenho aqui o gel lubrificante... sê meiguinho!” E com dedos bem lubrificados e muitos beijos carinhosos em redor em pouco tempo estava pronta e introduziste o plug que ficou perfeito. “Estás tão bonita e que excitado fiquei”.

Obviamente que não fomos jantar! Sentei-me ao teu colo, de pernas bem abertas e virada para ti. Gostas quando eu tomo as rédeas do momento. Gostas quando eu te digo o que quero fazer. Gostas que eu sinta o prazer máximo de ser mulher. E neste momento eu sentia-me mais do que excitada. O plug preenchia-me e isso era tão excitante. Tínhamos fome mas não era para jantar. Era fome de prazer e luxúria, de beijos e amassos, de lingua e saliva, de gemidos e suspiros. Entre beijos e olhares apaixonados despimo-nos lentamente. E tu apreciaste a minha lingerie. Mordias o lábio enquanto tocavas ao de leve em cada pormenor, em cada relevo da renda que tentava ocultar outros relevos do meu corpo. E inebriados pela excitação do momento já estávamos encaixados um no outro.


Os meus movimentos eram primeiramente lentos e cadenciados, aproveitavas para me observares, para me beijares as mamas, o pescoço... Eu gemia e de olhos fechados continuava a movimentar a anca em ti. Estavas duro. Eu molhada. A excitação e a paixão obrigaram-nos a aumentar a velocidade. As tuas mãos grandes e macias agarravam na minha cintura, ajudando-me na minha perfomance de cavaleira do amor. O êxtase estava para breve e entre gemidos mais ruidosos lá nos deixámos ir no oceano de prazer em conjunto, num mergulho que dura apenas alguns segundos mas que tem um valor incalculável. De corpo a tremer deixei-me descansar sobre o teu peito. As respirações ofegantes em breve acalmaram e sorrimos. Extenuados mas felizes...

De repente lembraste-te que não me tinhas dado a tua prenda... “Desculpa, desculpa...Volto já”. Levantaste-te do sofá, correste até ao quarto e no regresso trazias um embrulho e um sorriso bastante provocador. “Abre, espero que gostes”. De imediato rasguei, curiosa, o papel que envolvia a caixinha mas durante uns segundos não compreendi, outra vela? Uma velaaaaa... “Ahhhhh, baby. É uma vela daquelas, especiais de massagem?” Olhavas para mim expectante, mas logo me lancei no teu pescoço. “Humm, adorei! Quero experimentar jáaaa...”. Sorridente e feliz com a minha ideia acabaste por ser o elemento do casal com alguma responsabilidade. “Minha querida, e se fossemos jantar primeiro? E depois retiramos o plug e usamos a vela... Combinado?” “ Combinado, meu amor!” Foi uma excelente e apaixonada noite de São Valentim!


Autor :

Historias da Alexia

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